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terça-feira, 16 de abril de 2013

Luky, o construtor



O meu cão gosta de roubar coisas. E de andar a jogar à apanhada pela relva fora quando lhe tentamos tirar o que roubou.

Mas às vezes tem azar. Não mede o que rouba. E depois é vê-lo a tentar subir as escadas com uma madeira de metro e meio. E não conseguir. E ganir muito e olhar para a minha mãe como quem diz "E ajudares-me, não?!"

E eu aqui a perder estas coisas.



S.

P.S. Tentei escrever este post o menos mamã-babada-que-os-seus-filhinhos-só-fazem-é-coisas-espetaculares possível. No que ao Luky diz respeito, esse é aliás o papel da minha mãe.

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Parabéns ao Luky (ou, como quem diz, neste blog não se fala de futebol)

...

Entretanto o Luky faz um aninho. Está grande, o bicho. Grande e lindão.

Que seja o primeiro de muita felicidade canina. E humana, também.





S.


Há dez minutos que não sei do D.. Temo que se esteja a tentar afogar no lavatório, ou assim. Já volto.

domingo, 18 de março de 2012

Se não fosse o Skype


O Luky acabaria por esquecer-se do som da minha voz. Havendo Skype, vou certificar-me que isso não acontece.



S.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Pesadelos caninos

O meu cão sonha, e ao sonhar tem pesadelos. Porque mesmo agora o ouvi a ganir baixinho durante o sono. Nesse pesadelo deve figurar:

- os donos a fazerem-lhe a desfeita novamente de ir de férias durante um fim de semana e ele a ficar sozinho;

- ele a correr em direção ao jardim e a terra ter desaparecido, dando lugar a cimento e nenhuma hipótese de fazer buracos;

- um carro avariado e o fim dos passeios dominicais à praia;

- mas, muito mais provável, uma taça de comida que se apresenta sempre vazia. Ou um jantar apenas em vez de dois.




Ser cão é ser fácil de contentar.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Behind the scenes

Etapas de uma foto de Natal minimamente decente em que figura um cachorro irrequieto, um par de chifres de rena, um jardim, e duas donas impacientes:


1ª Fase: o rebolanço
Ter objetos que nos adornam o pelo é tão, mas tão desconfortável. Vá de rebolar para lhes tentar chegar.




2ª Fase: o descair do dito objeto
Uma bandolete não é propriamente um adereço para cães, e um pelo liso, associado a um cão que não pára quieto significa que dito objeto aguentará meros segundos até escorregar pelo lombo abaixo.




3ª Fase: a bola
Tentativa de cansar o cão através de múltiplas apanhas da mesma, muito "busca" gritado, e algum sossego conseguido.




4ª Fase: o rebuçado
Após a tentativa falhado do sossego pela bola, sossegá-lo através da coisa que ele mais ama nesta vida: comer. A excitação redobrou.



5ª Fase: retomar o rebolanço
Porque esta porcaria nunca mais acaba e eu começo a ficar saturado




6ª Fase: Olhar para todo o lado menos para a máquina
Só porque sim.



7ª e Última Fase: os barulhos estridentes
Porque a dona teve a brilhante ideia de começar a guinchar como um macaco para ver se prendia a minha atenção.


Funcionou.

Não me julguem. Há três exceções na Lei Que Diz que Devemos nos Escandalizar Quando Alguém Se Mete a Guinchar no Meio da Rua Sem Motivo Aparente:

- ter um cão;
- ter um filho bebé;
- ter algum problema mental.

Acho que sou qualificável para duas delas.


Ah, já agora: Feliz Natal!



S.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Luky 4

Entretanto há um cão que já fez 4 meses. E que ainda tem dentes de leite a cair.




S.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

À terceira é de vez



Esturricado das primeiras duas vezes, hoje acertei. Bolinho de iogurte, coisa mais fácil de fazer e talvez dos bolos mais saudáveis (dentro da gama do "saudável" que um bolo pode ser).

Por falar em "à terceira", aos 2 meses e um dia de vida e ao 3º dia de morar aqui, o Luky sobe e desce todas as escadas da casa como se sempre o tivesse feito e eu acabei de perder o único pretexto que tinha para o pegar ao colo. Raio do cão não tarda está adulto.





S.

sábado, 27 de agosto de 2011

Meet Luky

Após uma semana de angústia e de luto, uma estrela entrou-nos pela casa e pela vida adentro.

Bem-vindo, Luky!





S.