Mostrar mensagens com a etiqueta PhD. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta PhD. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 5 de março de 2015

Tenho futuro como Occlumens

Hoje foi dia de apresentar aos meus colegas doutorandos o meu projeto de investigação, e receber feedback e interrogações sobre ele. Foi também o dia em que me disseram que eu tinha uma postura brilhante a apresentar coisas e a responder às perguntas postas, postura confiante, calma e de quem sabe exatamente do que está a falar.
 
Interrogo-me em que parte da minha vida aprendi a ser tão boa atriz.




S.
 
("Sei do que estou a falar", hah, essa é boa! Já tive mais crises existenciais desde que comecei esta coisa do que na minha vida inteira)



domingo, 8 de fevereiro de 2015

Thanksgiving primaveril

Hoje é o primeiro dia em vários meses em que o sol  realmente aquece a sala através da vidraça. Ainda não liguei o aquecimento mas estão 20° cá em casa. Já anoitece depois das 17h. Acabei a minha primeira semana de facilitadora de estudantes e a coisa correu melhor do que estava à espera. E pensar que tive tantas dúvidas sobre isto. Vou voltar a correr depois de duas semanas parada por causa da tosse. O semestre da primavera vai começar esta semana e eu vou ter aulas sobre feminismo. Há passarinhos a cantar lá fora, também contentes com o sol que aquece, embora ainda haja montes de neve pelos cantos da rua. Vou a meio do segundo livro de Harry Potter versão bilingue. Afinal a minha confirmação de doutaramento é só em setembro em vez de maio, o que me dará tempo para fazer um melhor trabalho do que antecipava. A hora está quase a mudar. Tenho chocolates Lindor na mesa. Tenho quem me leia histórias em voz alta - e goste. Descobri o The Office versão alemã. Tenho cada vez menos entusiasmo pelas redes sociais, blogs e afins. Amo a língua inglesa como nunca.   




S.

domingo, 26 de outubro de 2014

Tenho a mesa cheia de feminismo

Ainda estou a ressacar da minha primeira conferência feminista de ontem, em Londres. Tenho o computador rodeado de panfletos sobre organizações, campanhas e mulheres incríveis, que catalogo diligentemente no meu caderno de notas virtual, para futuro contacto.
 
O PhD não é um mar de rosinhas, não senhor (decisões, decisões, só decisões), mas caramba, se calhar todos os investigadores que nos dizem constantemente que os anos de doutoramento são os mais livres e felizes da nossa vida profissional têm razão.
 
 
 
 
 
 
S.

sábado, 31 de maio de 2014

Yorkshirianos não tarda muito

Há poucos meses atrás não sabia nada sobre Sheffield além de que era a cidade dos Arctic Monkeys e que tinha um passado industrial importante. Não a sabia localizar no mapa nem fazia ideia de com o que é que se parecia. Esta semana ficou decidida como a nossa próxima casa.
 
Entretanto já a visitei, já me eduquei sobre ela, e estou francamente otimista quanto à universidade que me irá acolher, quanto ao meu curso, e quanto ao meu supervisor. Ainda é um bocadinho estranha a sensação de me ter despedido voluntariamente do meu emprego para mergulhar no incerto e voltar a ser estudante mas estou confiante. Confiante de que é isto que quero mesmo fazer e de que é em Inglaterra que queremos estar.
 
Entre nos despedirmos de vez de Bruxelas e refazer as malas para Sheffield haverá um capítulo curtinho em Portugal. E uma viagem de mil quilómetros em cima de duas bicicletas para fazer.




S.