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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Aprender e ensinar

Enquanto me sento aqui a corrigir fichas de Inglês de 4º ano, associando letras e desenhos a caras e a episódios de aula, e me surpreendo ao escrever alguns "Very Good"s, apercebo-me que a maior lição que aprendi com esta experiência foi reconhecer a multi-dimensionalidade do ser humano. Uma criança não é só inteligente ou só mal-comportada. Há múltiplas combinações entre atento, conversador, distraído, interessado, cuidadoso na apresentação dos trabalhos, simpático, casmurro, etc, etc, etc. Raramente se tem tudo do melhor, e as contradições abundam. É por isso que o amor-ódio é uma característica inerente a ser-se professor.

Já fiz as pazes com esta profissão. Sei o seu lugar na minha lista de coisas que quero para a minha vida. O meu respeito por professores a tempo inteiro cresceu astronomicamente. E o meu conhecimento sobre o mundo infantil manteve-se praticamente inalterado, ou seja, continua a ser uma fonte inesgotável de mistério e surpresa para mim.

Uma coisa é certa: vou relembrar sempre os meses em que tive 40 crianças de 10 anos a chamar-me "teacher" com grande carinho. Se com nostalgia ou não, ainda não sei. As dores de cabeça e a frustração também serão lembradas, em nome da multi-dimensionalidade da alma humana.





S.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Back to FCSH

Se há coisa que me ficou dos meus anos de missa todos os domingos foi a capacidade de prestar atenção e ficar quieta quando é preciso. É algo que adquiri após muito ano de 1 hora por semana onde não podia rir, sussurrar, mexer, vá.

No fundo, ficou gravado no meu inconsciente que quando é para estar calado e quieto, é para estar calado e quieto, ponto final.

Ora, hoje constatei que tal capacidade é extremamente rara e não tanto do senso comum como eu sempre a tomei.

Sempre pensei que estar com atenção era algo que se melhorava com o tempo, do tipo:

- difícil na primária e no ciclo;
- melhorzita no secundário, mas ainda muita conversa;
- na universidade, já é tudo adulto e ninguém é obrigado a estar ali, portanto a atenção é maior;
- vida adulta, seria total.

A minha experiência até aqui tinha corroborado esta impressão, tanto que no liceu era conversa pegada, na univ chegámos a ouvir ralhetes, e por fim no Mestrado conto pelos dedos os focos de conversa que apanhei.

Não podia estar mais enganada. Hoje, na conferência sobre Violência de Género a que assisti, vi coisas que me fazem perder a fé na correlação + idade = ser humano aperfeiçoado. Pessoas com o dobro da minha idade a consultar facebooks, e-mails, etcs, nos seus netbooks pequeninos durante as apresentações, conversas (às vezes não tão) sussurradas, tiragem de fotos a toda a sala em plenas exposições dos oradores. Às duas senhoras à minha frente, que conseguiram a proeza de fazer as 4, só me apetecia bater no ombro e perguntar, com toda a comiseração do mundo "Quem é que vos está a obrigar a estar aqui, pobres de vós? Que criatura sem coração é que vos está a fazer passar pelo martírio de assistir a uma conferência tão pouco interessante e pertinente para vós como esta sobre a violência de género?"

Ainda fiquei na dúvida se teria regredido à minha adolescência já que comportamentos destes são típicos de adolescentes muito contrariados nas aulas e que querem lá saber o que o professor está para ali a dizer, não veem a hora de tocar para o intervalo. Mulheres muito alouradas e muito encamisadas que aos 40 anos pensam que ser adulto é botar muita maquilhagem no rosto e muito verniz no dedo do pé. E deixar que os anos façam o resto. Continuam a fazer coisas por obrigação mas fazendo questão de mostrar o quão por obrigação as estão a fazer.

Ser adulto é saber ter a consciência de escolher o que se quer realmente e tomar a responsabilidade dessa escolha completamente. Nas coisas às quais não podemos fugir e que não gostamos particularmente, temos pena mas ser adulto é aguentar muita contrariedade sabendo que a vida não é só feita do que se gosta. O muito simpático "suck it", ou o bom "aguente-se" em português. Mas isto sou eu que sou uma ingénua nestas coisas de adultos e só cá ando oficialmente há 5 anos.

Assim como assim gostei muito da conferência em si, a minha primeira a sério. Informação sobre as coisas de género como se quer, e pessoas que percebem do assunto a expôr as suas conclusões/instigar debates. Sim, porque a partir de agora o mais parecido com aulas que eu posso ter são estas coisas. E eu tenho planos de aproveitar todinhas as que forem do meu agrado e às quais puder ir.

FCSH, não te esqueças que ainda me estás a dever um Mestrado. Um dia destes cobro-te-o.



S.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Children, y u no pay attention!

Hoje, pela primeira vez nas minhas aulas de inglês, perdi a cabeça. Mandei um berro como nunca mandei na vida porque tudo o que é demais enjoa e o respeito é uma coisa muito, mas muito bonita.

Estranhamente, foi uma sensação boa.

Que isto não fique mal interpretado e que se pense que uso estas aulas para descarregar stresses ou que afinal tenho um fraquinho por controlo e as crianças minhas alunas, por estarem numa posição hierarquicamente inferior à minha, são o alvo fácil e preferencial para o descarregamento de acessos de fúria.

Não. Até agora, o meu medo era verdadeiramente este: que eu, porque nunca tive um acesso de fúria na minha vida, e perco pela maciez do meu temperamento, fosse daqueles professores incapazes de levar uma aula a bom termo porque incapazes de manter silêncio numa sala de aula.

Simplesmente gostei porque fiz o que devia ser feito. E a sensação de justiça é uma das melhores do mundo.

A convivência com crianças de 10 anos tem-me ensinado muito sobre o mundo infantil com o qual nunca tive contacto (salvo durante o meu tempo), e portanto zona totalmente desconhecida para mim. Mas tem-me ensinado ainda mais sobre mim, sobre as minhas aptências sociais (que são muito fraquinhas) e sobre que espécie de pessoa sou. Tem provado muita coisa que eu já desconfiava, mais do que me tem realmente surpreendido.

Hoje descobri que um berro bem dado e bem dirigido à fonte causadora da indisciplina na sala de aula, é remédio santo. E que não há nada como a disposição tradicional de mesas e cadeiras de sala de aula em fila, viradas para o quadro, por oposição a grupos de 4 ou 5.

Após um mês de aulas dadas as conclusões não são definitivas nem concretas. É uma experiência desafiante, esgotadora por vezes, e uma vez por outra gratificante. Sinto-a, sobretudo, como necessária ao meu crescimento como pessoa, ainda que não consiga explicar exatamente porquê. Desistir porque sim nunca foi opção.

No final, far-se-á o balanço.


S.

sábado, 9 de abril de 2011

O melhor de antigamente + o melhor do presente

A minha melhor amiga nestas próximas semanas.


Essays, essays e essays. Não pensar em mais nada até à Páscoa.

Agora que me habituei a tirar notas e apontamentos no computador, tanto nas aulas como no estudo, vou ficando com escassas oportunidades de escrever à mão. Organização de essays e planos dos mesmos são a excepção.

Nerd de tempos antigos e Harry Potter como sou, vibrei quando descobri à venda estas quills no Museu de História Natural. Tive de trazer, como é óbvio. Mas tinteiros não é comigo, portanto, esferográfica integrada em pena é ouro sobre azul.



S.

terça-feira, 29 de março de 2011

Metáforas e demissões

Demissões de governos portugueses dão-me pontos nas aulas de Economic Governance in the EU.

Triste mas verdadeira conclusão. O senhor professor guardou as duas últimas aulas do semestre para falar sobre a crise financeira, como a União Europeia estava a responder a ela, quais os países à beira do colapso (levei o semestre todo a ouvir falar de Portugal... seriously), se o Euro vai ou não sobreviver, etc.

Ora, entre uma e outra aula, o que aconteceu? O governo português demite-se precisamente por a oposição não concordar com as suas medidas de combate da crise, amplamente requeridas por Bruxelas (leia-se, pela senhora Merkel). Ou seja, o número de vezes que a palavra 'Portugal' foi proferida por um professor britânico bateu record.

Mas ganhei pontos porquê? Respondi à pergunta de introdução da aula. 'Na semana passada houve dois acontecimentos importantíssimos para o desenrolar da crise financeira na Europa. Alguém sabe quais foram?...' Ninguém sabia, pff. Ah, e tal, o orçamento britânico foi aprovado no mesmo dia da demissão do Sócrates, uma bomba explodiu em Jerusalém, a Libia é o que se sabe, o Japão idem, quem é que vai saber que Portugal acabou de selar o seu destino FMIano? Lá tive eu que responder. E bem.

Enfim, este aparente azedume é só mesmo isso, aparente. Adoro aquelas aulas de economia, foram a minha disciplina favorita do semestre, provavelmente do curso. Aprendi tanto que até me espanto quando penso que me inscrevi quase por obrigação ('Argh, economia é uma parte fundamental da UE, se eu não perceber disso posso esquecer as minhas ambições europeias...'). O que é fato é que a clareza da explicação dos assuntos económicos tão complicados, os powerpoints cheios de gráficos e cartoons e a preocupação em explicar economia para pessoal sem formação em economia traduziram-se num entusiasmo por saber que às 3as feiras ía compreender mais um bocado do que se passa com a minha UE. Até fiquei a gostar de Financial Times! :D

O meu 'eu' nerd da língua inglesa e das suas peculiares expressões maravilhou-se com a abundância com que estas apareciam no discurso do professor. Só porque sou mesmo picuinhas e ligo a estes detalhes vou ter de meter aqui as que me dei ao trabalho de apontar:

- 'Why is the Eurozone on the verge of collapse?'

Esta não é uma expressão nada peculiar do ponto de vista idiomático. Mas isto foi o que eu ouvi na introdução da disciplina. Sem preparação nenhuma, pumba, lança logo esta bomba 'Porquê que a Zona Euro está à beira do colapso?'. Er... Está? Não estava a par... (Estão a ver a necessidade que eu tinha destas aulas).

- 'King's College has a few obscure traditions...'

Tenho a certeza que mandei uma gargalhada quando ouvi isto. Nem que tenha sido interna. (tradução: 'A King's tem umas quantas tradições duvidosas...')

- 'You just don't throw your toys off of the pram.' - Não se manda os brinquedos para fora do carrinho!

Isto foi em relação a Estados Membros que estavam a ser teimosos numa determinada política, a 'fazer birra'. É a minha favorita. Imagens para cartoons atravessaram a minha mente, incluindo um bebé chorão com um babete a dizer 'França' enquanto uma mãe alemã o tentava sossegar. Priceless xD

- 'Member states started selling the family silver.' - Os Estados Membros começaram a vender a prata da família.

Como quem diz, os governos começaram a privatizar empresas públicas a torto e a direito.


É tão mais fácil entender economia europeia quando nos dão estas metáforas tão ilustrativas! O problema é que mentes picuinhas como a minha perdem o resto da explicação porque estão ocupadas a apontar as ditas metáforas e a esforçar-se por tirar da cabeça as imagens cartoonescas que entretanto se implantaram. xD







(Início sugestivo da apresentação da última aula...) 


S.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Dissertação: check

Afinal escolher o tema da dissertação final foi muito simples.

Dissertações/teses de mestrado sempre foram alvo de muita curiosidade por minha parte mas também muito respeito. Afinal, é preciso alguma dose de coragem para:

1. Escrever 30 000 palavras sobre uma investigação original da nossa autoria;

2. Defender essa mesma investigação numa audição pública, perante um júri e quem mais quiser aparecer.

Mas isto são as teses dos mestrados portugueses. Um Master britânico tem duas diferenças muito significativas, e que tornam todo o processo de imaginar, investigar e escrever uma tese muito menos assustador:

1. São apenas 10 000 palavras (isso é pouco mais do dobro de um essay final; já fiz 3 por isso já cobri o espetro da dissertação :) )

2. Não há defesa da dissertação, apenas entrega e avaliação normal.

Sim, este último ponto só o descobri quando já estava em aulas de mestrado cá e fiquei estupefacta. Não há defesa da dissertação?! Ora, isso tira o pânico todo à coisa. E 10 000 palavras, vamos ser sinceros, é pouco. Para mim é perfeito, nunca consegui meter 'palha' nos testes nem nos trabalhos. Dissertação = 2 essays para mim é perfeito.

A semana passada todos os alunos de European Studies receberam um e-mail do departamento com a tão temida ficha para preencher com o título da dissertação final. Nervosismo e algum pânico verificou-se. Desta vez, e ao contrário dos essays do 1º semestre, não participei nesse pânico.

A minha ideia para tópico de dissertação final tem-se mantido sempre a mesma desde que me inscrevi na King's. Durante o verão, sob a perspetiva de ir estudar num ambiente diferente, numa universidade mais exigente, fartei-me de ler livros sobre a União Europeia, para não entrar no curso sem base nenhuma. Ao mesmo tempo ía tentando perceber qual a área, dentro da UE, que mais me dizia. Foi enquanto lia um livro sobre o Médio Oriente que me surgiu a ideia: direitos das mulheres. Que direitos das mulheres seja algo flagrante quando lemos algo sobre o Médio Oriente não é de estranhar, mas e então onde fica a UE no meio desse tema?

Sempre tive a ideia de que a UE tinha uma preocupação peculiar com a igualdade de géneros. Ou melhor, desde sempre, não. Tenho uma vívida recordação da presidência portuguesa da UE em 2007, muito devido à assinatura do Tratado de Lisboa (nesse dia ninguém pagou transportes em Lisboa! E os autocarros da carris andavam com duas bandeirinhas, da UE e de Portugal x) ). Mas em especial lembro-me de me vir parar às mãos um CD pequenino que continha as prioridades da presidência portuguesa e onde se destacava a igualdade de géneros. E lembro-me de ter ficado surpreendida. E de ter achado um máximo.

Porque quando pensamos em direitos das mulheres pensamos em países árabes, terceiro mundo, etc. É bem mais flagrante a sua violação nesses países. Sem dúvida alguma. Mas a Europa... A Europa ainda tem um percurso longo a percorrer. Ainda existem falhas. Verdade seja dita, as mulheres nunca viveram uma época tão cheia de oportunidades como a minha geração o tem. Mas a igualdade de géneros ainda não é uma realidade. Mais oportunidades para as mulheres significa mais dificuldades, entraves e discriminação. É muito fácil ser mulher num mundo onde a única verdadeira e aceitável hipótese é ser dona de casa e ter filhos. Educação e mercado de trabalho abertos significa potenciais (e reais!) discriminações e obstáculos. É uma área à qual sou muito sensível, toca-me e choca-me como poucas conseguem verdadeiramente fazer. É por isso que só faz sentido que a minha dissertação seja sobre esse tema.

A especificidade tem de ser maior, mas essa será decidida enquanto faço a leituras de investigação sobre o tema. Possíveis tópicos podem ser a evolução da legislação sobre igualdade de géneros, a importância do Tribunal de Justiça Europeu, etc. A professora a quem pedi opinião sobre o tema aconselhou-me a entrevistar as deputadas do Comité dos Direitos das Mulheres do Parlamento Europeu. Disse que iriam ficar encantadas por eu estar a fazer dissertação sobre isso. Não consigo deixar de rir quando penso nisto, um risinho nervoso, porque iria ser tão espetacular mas... sou tão aluna. Mete-me impressão que aquela gente se sentisse minimamente disponível para entrevistas para a minha humilde dissertação :D.

É uma área onde, talvez como mais nenhuma, me vejo a construir uma carreira. Em qualquer instituição, em qualquer país, em qualquer setor do mercado de trabalho. Claro que a minha ambição é a Comissão. Mas penso que seria feliz se pudesse ter um emprego onde o meu trabalho fizesse a diferença nessa área.

Por isso é com um coração muito leve que vou preencher a ficha com o título da minha dissertação.

'How effective has the European Union been in promoting and achieving gender equality'.




S.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Letargia de Janeiro

O início de janeiro tem qualquer coisa que entorpece os sentidos e amolece a vontade de fazer seja o que for. A ressaca das festividades é sempre grande e este ano bateu mais forte pelo facto de as ter antecipado com mais intensidade do que noutros anos, e por ter investido mais de mim do que é normal. Se não vejamos: Natal, visita dos primos, passagem de ano, visita antecipada a Hampton Court, semana em Portugal. Tudo isto em cerca de 3 semanas fez com que durante bastante tempo tivesse a cabeça a fervilhar de excitação. Com o fim de tudo isto deparei-me novamente com uma extensão de tempo indefinido que se estende pelo menos até ao verão. Não admira que quando regressei de Portugal sentia-me esvaída de forças e sem especial vontade de fazer fosse o que fosse. O que não é muito positivo dado que ainda tenho um essay para fazer...

Isto foi o que pensei ontem. Felizmente não durou muito. Um entusiasmo enorme por voltar às aulas na universidade impediu-me de cair na letargia que já adivinhava. Não pensei que voltar às aulas uma semana antes do previsto se tornasse tão positivo :). Com tal em vista encontrei a energia necessária para desfazer as malas, ir às compras e tornar a casa habitável novamente (cheguei à conclusão que as tarefas domésticas me fazem feliz. Triste, eu sei...).

Hoje o primeiro dia de aulas correu bastante bem. A aula em si não foi nada de especial, tratou-se dos aspetos organizativos da disciplina, marcação de apresentações e plano das aulas. Mas para a minha mente obsessivamente organizada e planeadora é ótimo saber quando vou ter uma das 3 apresentações que já sei vêm aí e o que vamos dar em cada semana, mais a lista exaustiva de textos a consultar. Ah, e a lista de temas do essay final, para ir já escolhendo o que tratar (apesar de só o ter de entregar no final de abril. Mente obsessivamente organizativa, pois).

Finalmente fiz o que já devia ter feito há mais tempo: entrei na loja da King's e comprei uma sweat-shirt com o logótipo da univ. Felicidade :). Estive quase meia-hora para escolher a cor, mas lá me decidi pelo preto. 

Neste momento estou à espera que a minha tosse passe para poder começar no ginásio aqui da zona. Foi uma resolução tomada assim que me vi num espelho de corpo inteiro pela primeira vez em 3 meses (o meu quarto de Portugal tem essa desvantagem, lol). Vamos ver se é resolução para durar.

Londres está sonolenta. Não sei se porque da última vez que andei por aí foi na loucura dos saldos a seguir ao Natal e as ruas estavam a abarrotar, se é o meu preconceito em relação ao início de janeiro, mas Londres parece efetivamente ter menos gente na rua. Não é necessariamente uma coisa má. Já o mesmo não posso dizer da heavy rain que parece que aí vem. :/





P.S. - Ano Novo significa novo acordo ortográfico. Se a RTP começou a utilizá-lo acho bem começar a habituar-me a escrever de acordo com o acordo. Não sinto qualquer tipo de relutância. Se a língua portuguesa evolui é sinal de que está viva e recomenda-se. :)


S.