Mostrar mensagens com a etiqueta LoTR. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta LoTR. Mostrar todas as mensagens

domingo, 10 de janeiro de 2016

Media, é assim mesmo #9

(Já tinha falado ao de leve sobre isto, daí que esta cena me tenha arrancado um sorriso. Também relevante em relação a campanhas como Princess Free Zone e Let Toys Be Toys. Não que brincar às princesas tenha algum mal, mas às vezes as raparigas só querem ser um hobbit de orelhas pontiagudas e pés nojentos e ir destruir anéis a vulcões.)











S.

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Kobo revisited

Ando um bocado furiosa com isto dos e-readers porque desde que me meti na app do Kindle que vejo que comprar qualquer outro e-reader que não o dito cujo foi uma má decisão.
 
É que, vamos lá ver, a sério?




Já não é a primeira, segunda ou mesmo terceira vez que isto me acontece com livros eletrónicos.
 
Tenho o Kobo, próprio para ler, com e-Ink, levezinho e pequenino e extremamente prático, mas tenho andado a ler no tablet através da app do Kindle, a levar com ecrã luminoso e impróprio para longas horas de leitura (já basta as que passo diariamente a ler para o dout.), porque é a Amazon que tem a maior seleção e os melhores preços em termos de e-books.
 
(Ainda por cima agora tenho a porcaria do Amazon Prime, que me dá livros eletrónicos grátis sempre que escolho entregas sem urgência de outros produtos. E vivo num país onde há Kindles ao pontapé em tudo o que é loja.)  




S.   

domingo, 21 de dezembro de 2014

Os limites da imaginação humana

Ontem, enquanto assistia ao último filme do The Hobbit, estive agudamente consciente de uma coisa: inventam tanto troll, tanto orc, tanto elfo, tanto verme gigante, tanto anão, tanto hobbit, tanto feiticeiro, mundos mágicos com pormenores intrincados, línguas novas que se criam de raiz, criaturas que são misturas de hienas e cavalos, dragões que falam, mas o que não se consegue inventar nem conceber é uma sociedade - nem que seja de anões, de orcs, de feiticeiros ou de elfos - que não seja patriarcal. As relações de género são as mesmíssimas que no nosso mundo real aborrecido.
(Os exércitos são todos de criaturas do sexo masculino, pouquíssimas personagens femininas e as que há é para enfiar histórias de amor no enredo, ou para serem filhas que gritam muito de horror para serem salvas pelo pai e irmão, a companhia que foi reconquistar a montanha era toda de anões homens + hobbit homem + feiticeiro homem, o previsível "women and children" para o abrigo enquanto os homens lutam, etc.)
 
Mulheres no poder e a fazerem coisas que importam, isso é que era ficção científica.
 




S.
 
 
P.S. Os elfos, ainda assim, parecem a sociedade mais igualitária. Mas para uma espécie tão perfeita, deixam muito a desejar nesses campo.