Mostrar mensagens com a etiqueta Ele há coisas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Ele há coisas. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 16 de junho de 2014

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Ele há coisas... #45


Isto era o banner gigante que esteve durante vários dias no edifício da Comissão Europeia. "This time it's different", diziam eles. Acho que não era bem este diferente que estavam à espera.

Se a ironia matasse...




S.

terça-feira, 20 de maio de 2014

Ele há coisas... #44



Tenho uma ambição na vida que é: descobrir as variações todas da marca "Olá".

A da Polónia está descoberta.



S.

domingo, 20 de abril de 2014

Ele há coisas... #43

Na Place Flagey, uma das praças mais conhecidas aqui do burgo, encontra-se isto:



Fixe, hein?
 
Na foto não se nota bem mas diz "Minha Pátria é a Língua Portuguesa", com o nome dele e data de nascimento e morte.
 
Aquilo está a ser remodelado e por agora tem aquelas barreiras azuis e amarelas feias à volta da estátua. Não dá para aproximar. Mas ao que consta, a zona da estátua é uma praceta gira, costuma haver ali banquinhos e tudo.




S.

quinta-feira, 27 de março de 2014

Ele há coisas... #42

Matrículas de três letras são mais divertidas e dão-se mais aos jogos de palavras.
 
Este carro, por exemplo, tem a melhor matrícula de sempre:
 
 
Espero que pertença a um imigrante. 
 
 
 
S.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Ele há coisas... #41

Eu já sabia que os políticos belgas eram esquisitos. Desde que recebi um panfleto durante a campanha para as eleições comunais com um homem com um cão ao colo que exclamava "Votez nº 18, c'est mon papa" que não tenho ilusões sobre a sanidade mental dessa classe neste país. Ainda assim, não estava preparada para a carta que recebi.

O mestre do burgo (não consigo expressar o quanto amo esta expressão) da minha nova comuna enviou-me uma carta a convidar para uma sessão de esclarecimento sobre a comuna de St. Gilles para novos residentes. Na medida em que sou realmente uma nova residente, nada de estranho até aqui. A carta personalizada também foi um toque de cortesia. Uma pessoa sente-se sempre melhor ao ser enderaçada pelo seu nome do que por "Chèr/e habitant/e" ou coisa parecida. Mas o endereçamento pessoal passa de cortês a duvidoso quando se lê que a sessão de esclarecimento inclui a partilha do "verre de l'amitié". O copo da amizade.

Quê?! Partilhar o quê? Eu não quero partilhar nada nem com vizinhos St. Gillianos nem com bourgmestres. Muito menos amizades, ainda menos copos potenciais albergadores de micróbios. Juro que ao princípio ainda pensei estar a ler mal ou ter traduzido mal na minha cabeça (o meu francês ainda está longe de me fazer sentir orgulhosa). Mas as palavras "verre de l'amitié" lá estavam, e querem dizer exatamente o que eu pensava que queriam dizer. Só me faz lembrar índios sentados no chão em círculo, de pernas cruzadas e cachimbos da paz. Ou aquilo que se fazia nas missas por volta do Natal de beijar o menino Jesus, em que as pessoas faziam fila para depositar um beijinho no bonequinho de loiça e que me dava sempre tanto nojo quando era pequenina (o pano com que o padre limpava o sítio dos beijos nunca me inspirou confiança nas suas propriedades desinfetantes). 

A tentativa de envolver e informar os cidadãos no governo local é de louvar, sim senhora, mas guardem-se as devidas distâncias.





S.      

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Ele há coisas... #40

Fiquei a saber hoje, através da fatura dos acertos, que 63% da eletricidade que consumo é de origem nuclear.

Não sei muito bem como me sinto em relação a isto mas descansada não é.




Mas o melhor mesmo são uns cerca de 3% que têm como origem o seguinte: "inconnu". Como assim, não sabem donde vêm esses 3% de eletricidade? Se o resto está tão bem explicadinho e contabilizado em percentagens, como é que há uma parte que não sabem de onde vem? Estranha gente, esta da eletricidade.





S.

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Ele há coisas... #39

Há coisas que uma pessoa esquece. Que o sol português, em pleno solstício de inverno, incomoda os olhos e aquece, é uma delas.

Que levantar às três da manhã e viajar de madrugada nos traz recompensas, é outra.





S.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Ele há coisas... #38

Ain't no mountain high enough
Ain't no valley low enough
Ain't no river wild enough
To keep me from you
Just call me and I'll be there

A DHL belga tem isto como música de espera durante as chamadas telefónicas. Nunca me tinha apercebido do quão adequada esta letra era para uma empresa de entrega de encomendas. 






S.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Ele há coisas... #37

Na rotunda de Schuman, mesmo ontem.


Serviu para me educar porque finalmente fui tentar saber mais sobre o Hanukah (ou Chanukah, aparentemente).



S.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Ele há coisas... #36

Ena, ena, nunca tinha visto isto no estrangeiro!

                       

Bacalhau escrito como "bacalhau" (e não "bacalao" ou "morue" ou outra estranheza qualquer) e seco e salgadinho como deve ser.

Emocionei.

Vamos esquecer o pormenor de que encontrei isto num folheto de supermercado em que o mês é dedicado à Itália, está-se mesmo a ver, é sul da Europa é tudo igual, qualquer dia acham que um dos pratos tradicionais portuegueses é a pizza. Isto há-de ir lá, devagarinho mas vai.



S.
                                                    

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

sábado, 13 de abril de 2013

Ele há coisas... #31



Parece que 2014 é que vai ser bom. Será?


Numa loja de t-shirts com frases muito espirituosas, algures no Petit Sablon.



S.

sexta-feira, 1 de março de 2013

Ele há coisas... #30

Um hotel tão "like a boss" que não precisa de nome:



Não só não precisa de nome como se apodera do substantivo que dá nome a todas as casas de albergar pessoas temporariamente por um preço.

Haja moral. :D



S.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Ele há coisas... #29

Numa das nossas deambulações por Bruxelas, encontrámos isto:




Estava mesmo convencida que aquela imagem do senhor de óculos, chapéu e bigode era do Fernando Pessoa, mas não. Lembro-me que na lista figura o Camus, o Twain, o Nietzche e a Woolf (pintada na porta) mas nenhum português. 

A parede da livraria fica numa rua onde costumamos passar várias vezes, não sei porque é que ainda nunca tínhamos reparado nesta parede. Ou foi porque mudámos de passeio ou porque a livraria é mesmo recente... De qualquer forma, foi um bonito achado.



S.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Ele há coisas... #28



Sei que estou bem arranjada quando vou à Loja Twinings, o único centro físico no mundo onde posso encontrar coisas da Twinings em habitat natural, e não têm o chocolate quente da Twinings.

Repito: a loja Twinings não tem Twinings Hot Chocolate. Está esgotado.

??????


Uma cuppa o caraças... Não há!

Se isto se passa na Loja Twinings, que esperança resta para as outras lojas? Eu digo que esperança resta: Nenhuma!


Afoguei as mágoas em alguns chás diferentes, só porque não queria sair dali de mãos a abanar.



Entretanto já cuspi dois deles, o Orange and Cinnamon Rooibos e o Liquorice. Não.Suporto.Chás.Doces. Porquê que continuo a achar que sim?

Toda contente, que tinha descoberto nova loja e marca de chás e afinal resultou no primeiro chá que não consigo beber. I'm not amused, Whittard.



S.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Ele há coisas... #26

Desta vez venho partilhar algo lusitano que me despertou realmente o interesse.

Descobri-a bem por acaso (apesar de não ter podido evitar passar por ela, por isso se calhar não foi verdadeiramente por acaso...). Não obstante, descobri-a num momento apressado e quando me preparava para mais um "até logo" a solo lusitano.



A loja, vendendo exclusivamente produtos portugueses não é propriamente um conceito original. Mas foram os produtos e a variedade que me prenderam a atenção.

A loja está organizada por secções e é bastante completa. Normalmente, as lojas de produtos "made in Portugal" são especializadas em apenas gourmet ou apenas calçado ou apenas livros ou apenas objetos de cortiça. Esta tem-nos todos.




A parte das roupas, onde figuram marcas como a Salsa, a Muu ou a Parfois, incluíndo também a Pelcor com as suas malas e carteiras de pele de cortiça.





Uma prateleira dedicada à artista Joana Vasconcelos, recentemente mediatizada pela exposição em Versalhes.




A parte da literatura portuguesa dominada pelo Saramago :)

Mas foi a parte da loiça - curiosamente! - que me prendeu o interesse. Então não é que existem conjuntos de chávenas com os heterónimos do Fernando Pessoa?! Quão fixe é isto, pá...





O Eça também lá estava...





Outros pratos, caixas e chávenas tinham ilustrações relativas a História portuguesa, como esta:





Foi a primeira vez que senti genuína vontade de comprar um souvenir português. No entanto, a mochila a abarrotar mais a mala de 23 kg que me aguardaria à chegada tiraram-me as ideias de compra de porcelanas frágeis da cabeça.

Gostei muito. Vou andar de olho nela da próxima vez que visitar o Aeroporto de Lisboa.



S.







sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Ele há coisas... #25

É um facto. Portugal tem o céu mais azul da Europa.


A primeira coisa que noto sempre que regresso é esta luz e claridade intensas, que nem no verão a Europa do norte consegue igualar. 



E estes dias têm sido particularmente simpáticos para dois portugueses emigrantes cheios de carência de vitamina D. Ou apenas carência afetiva solar.






S.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Ele há coisas... #24

Fiquei na dúvida se o Parlamento Europeu já está em meados de fevereiro ou se teve uma crise de identidade...



Num olhar mais atento, descubro que esta é apenas uma homenagem a um artista plástico checo, e que o coração néon foi originalmente feito por ele e colocado em Praga para celebrar a queda do regime totalitário comunista. Celebra-se agora 20 anos desde que o senhor ergueu o coração na capital checa.







Noutra nota, o PE decidiu celebrar o prémio Nobel da Paz colocando nos placards a toda a volta da entrada principal as fases da paz europeia. Bem no centro, e por cima do reflexo sêxtuplo do coração, está o contributo português para uma Europa melhor: a Revolução dos Cravos.






Pedacinhos de casa que vou encontrando...



S.