Viajar na Ryanair continua a ser a experiência bizarra que sempre foi. Isto porque eles continuam a adicionar bizarrarias.
A novidade agora é a segurança. Os assistentes de bordo fartaram-se – com razão, diga-se de passagem - de atuar para o boneco por isso agora as demonstrações de segurança ao início requerem a nossa “complete and undivided attention”. Mas pronto, isto sempre disseram eles, não é? O detalhe novo é que agora estão mesmo a falar a sério.
Proibido usar auscultadores durante a demonstração, proibido falar durante a demonstração. Eles interrompem para mandar calar. A assistente de bordo ralhou com as passageiras no banco da frente, carregou num botão para interromper a gravação com as instruções da demonstração, fez-lhes “Sssssssssssssssssssh” quando não paravam e todo o avião se calou em estupefação. Senti-me de volta à escola primária. Acho que isto deve ser muito recente.
Explicam também com muita seriedade os procedimentos de emergêncica a quem vai nas filas das saídas de emergência, coisa que nunca vi outra companhia fazer. Uma vez fui sentada aí e gostei muito. Gosto de me sentir parte das coisas.
Tudo isto faz desconfiar do verdadeiro motivo de tanto zelo pela segurança. Se há coisa que a Ryanair faz é sempre o mínimo que se tem que fazer, não mais. Será que há razão para temer este novo excesso de zelo? Sabem eles alguma coisa que nós não sabemos? Andarão aqueles aviões tão maus que o melhor é mesmo apostar na educação na fatalidade, já que as probabilidades da fatalidade aumentaram? Aaah, Ryanair, obrigada pelo exercício mental logo pela manhã.
A novidade agora é a segurança. Os assistentes de bordo fartaram-se – com razão, diga-se de passagem - de atuar para o boneco por isso agora as demonstrações de segurança ao início requerem a nossa “complete and undivided attention”. Mas pronto, isto sempre disseram eles, não é? O detalhe novo é que agora estão mesmo a falar a sério.
Proibido usar auscultadores durante a demonstração, proibido falar durante a demonstração. Eles interrompem para mandar calar. A assistente de bordo ralhou com as passageiras no banco da frente, carregou num botão para interromper a gravação com as instruções da demonstração, fez-lhes “Sssssssssssssssssssh” quando não paravam e todo o avião se calou em estupefação. Senti-me de volta à escola primária. Acho que isto deve ser muito recente.
Explicam também com muita seriedade os procedimentos de emergêncica a quem vai nas filas das saídas de emergência, coisa que nunca vi outra companhia fazer. Uma vez fui sentada aí e gostei muito. Gosto de me sentir parte das coisas.
Tudo isto faz desconfiar do verdadeiro motivo de tanto zelo pela segurança. Se há coisa que a Ryanair faz é sempre o mínimo que se tem que fazer, não mais. Será que há razão para temer este novo excesso de zelo? Sabem eles alguma coisa que nós não sabemos? Andarão aqueles aviões tão maus que o melhor é mesmo apostar na educação na fatalidade, já que as probabilidades da fatalidade aumentaram? Aaah, Ryanair, obrigada pelo exercício mental logo pela manhã.
