Mostrar mensagens com a etiqueta receitas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta receitas. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 22 de abril de 2014

Comida confortável de conforto

Deslargai tudo o que estaides a fazer e ide fazer isto a correr: panquecas de banana e ovo. DAQUI.
 
A sério, é divinal. E melhor que tudo, ultra fácil. Esmagar uma banana e misturar com um ovo. Despejar na frigideira e deixar fritar como se fosse para fazer uma panqueca.
 
Nunca me tinha ocorrido fazer crepes/panquecas sem farinha ou leite. E não é que dá?! Fica um cruzamento entre um crepe e uma omelete mas que sabe a banana. Puf, nas papilas gustativas.
 
Pode-se comer só assim ou pode-se misturar o que apetecer. Eu fiz uma com mirtilos, como na receita original, e outra com queijo brie (mas não). Não há fotos porque a alarvice foi muita e eu ainda não dominei a técnica de virar estas panquecas mais fofas. A foto do blog original está mais que boa.

O que é que deve combinar mesmo bem com estas panquecas de banana? Nutella, claro, a anti-matéria da banana. Mas eu tomei a decisão consciente de não ter Nutella em casa: eu simplesmente não consigo não abusar de Nutella, áquele ponto de ficar tão enjoada que já nem consigo desfrutar do chocolate avelaneiro maravilhoso. É muito triste. Mas ide, provai e sede felizes, se tiverdes mais auto-controlo do que eu.




S.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

O bolo (ou a cozinheira?) mais esquizofrénico de sempre

Comprar a massa já feita e ajeitá-la na forma. 


Cortar a maçã em pedaços fininhos e dispô-los em roda, com uma precisão quase milimétrica, para que criem um efeito de elipse muito bonito. 



E por fim... mandar açucar lá para cima (pode ser com a mão, se se quiser esquizofrenar ao máximo, toque meu).



E está feita a mais simples e rápida tarte de maçã do mundo.



S.

sábado, 30 de março de 2013

Barcelona, you're doing it wrong

Muito por acaso, apanhei um mercado enorme em Barcelona, daqueles mesmo bons, tradicionais e enormes, com bancas de todos os vegetais, frutas, peixes, queijos, carnes e enchidos que se possa imaginar. Não tem o caos do mercado do Midi, aqui de Bruxelas, nem a ordem do mercado de Loulé (por alguma razão, o mercado português que está mais vívido na minha memória), mas é labiríntico como nenhum destes dois e com uma variedade que me espantou francamente.

Enquanto por lá cirandava, uma banca de bacalhau chamou-me a atenção. Pensei: "Olha, que curioso, os espanhóis também apreciam bacalhau, não sabia." Até que me aproximei e vi melhor: 





Postas de bacalhau fresco, com uma grande camada de sal por cima, no que eu desconfio ser uma tentativa muito esforçada mais muito fail de produzir um bacalhau igual ao português.

Soltei uma gargalhada sarcástica e meio arrogante porque é sempre a mesma coisa. Todos tentam mas ninguém consegue ter bacalhau como em Portugal. Não, senhores barcelonenses, não é assim que se faz. O bacalhau tem que ser seco; não é só espetar um monte de sal por cima e esperar pelo melhor. Eu sei, eu já tentei... 

Corei um bocadinho quando me lembrei disto. No Natal londrino, numa tentativa um bocado desesperada de ter o tradicional bacalhau à mesa da ceia natalícia, comprei as típicas postas de peixe fresco e no dia anterior salguei-as como se não houvesse amanhã. Remediou, mas não é de todo a mesma coisa.

Por isso, vá, se é para vender tem que se fazer como deve ser; isso não engana ninguém, sim?



S.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

À terceira é de vez



Esturricado das primeiras duas vezes, hoje acertei. Bolinho de iogurte, coisa mais fácil de fazer e talvez dos bolos mais saudáveis (dentro da gama do "saudável" que um bolo pode ser).

Por falar em "à terceira", aos 2 meses e um dia de vida e ao 3º dia de morar aqui, o Luky sobe e desce todas as escadas da casa como se sempre o tivesse feito e eu acabei de perder o único pretexto que tinha para o pegar ao colo. Raio do cão não tarda está adulto.





S.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Arroz mexido


Hmm. Creio que inventei uma receita.

Não é nada de especial, considerando que é a versão preguiçosa de arroz com ovo mexido. Tinha arroz feito no frigorífico e enquanto fazia os ovos mexidos pensei 'Epá mas para quê que vou estar a aquecer este arroz num pratinho dentro do forno. Meto aqui para dentro da frigideira e aqueço enquanto faço os ovos.' E assim nasceu o 'Arroz Mexido'.

Polvilhei com um bocadinho de noz moscada no fim, para ter um ar mais acabado, e voilá. Torna-se um bocadinho enjoativo devo dizer, por isso ainda bem que meti a noz moscada.

Há patentes para receitas? Tenho de me informar.



P.S. Isto com ovos caseiros deve ficar bem melhor, mais amarelinho. Os ovos daqui são muito fraquinhos.



S.

sábado, 23 de abril de 2011

Há um ano foi em Madrid...

Mais uma festividade passada em Terras da Rainha. Desta vez, os anos do D.


A criatividade fotográfica de uma criança de 4 anos ultrapassa em muito a minha. Confirmado por estas duas fotos (bolo e nós dois).


Um serão muito bem passado com boas pessoas no Madeirinhas. :)


Ausência de batedeiras significa incapacidade de fazer um bolo, por isso optei por comprar este fudge cake e decorá-lo com o icing azul, para ter um ar de bolo de aniversário. Muito divertido para escrever coisas num prato e depois comer (é a isto que se pode chamar 'engolir as minhas próprias palavras').






S.

quarta-feira, 23 de março de 2011

This is why...

I love my mum :)



As duas coisas comestíveis que fazem mais falta cá em Londres: bacalhau como deve ser e atum como deve ser. Porque o bacalhau de cá não é seco e salgado, é e sabe a vulgo peixe, e o atum não é nada de jeito porque não é conservado em azeite como o português mas sim em água, óleo de girassol ou brine (que ainda não me dei ao trabalho de ir ver qual a tradução mas que é igualmente sem-sabor). Por isso é sempre com alegria que recebo estes miminhos maternais e com um sorriso que encho o lava-loiça para o ritual do demolhar do bacalhau :) (3 dias de molho, trocar a água duas vezes ao dia)


p.s. - está um dia maravilhoso hoje! Pela primeira vez vejo pessoas de manga curta na rua e está realmente calor! Uns primaveris 17 graus x)



S.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Frutos da floresta

Consta que o post da nossa ceia de Natal foi bastante popular. Como tenho vindo a descobrir que gosto muito de cozinhar, acho por bem explorar este tema e dar ao blog um gostinho diferente.

Salada de fruta não é o que se possa chamar de grande cozinhado. Nem sequer é cozinhado... Mas é comida e portanto cabe no grupo das 'receitas'.

Hoje enquanto fazia as compras semanais no Asda os morangos saltaram-me à vista e decidi trazer para experimentar se fruta artificialmente produzida também pode ser boa. Sim, ainda não estamos no verão, a época dos morangos ainda não chegou. Mas estes gestores de lojas não parecem se importar muito com o que é de época e o que não é, portanto não me devia espantar que morangos já apareçam nas prateleiras do Asda.

Se pensar bem, estou a ser um bocado hipócrita... Todas as semanas desde o natal que traga um saquinho de castanhas para assarmos no forno. Ora, hoje passei ao pé da caixa das ditas cujas e reparei - com grande aflição devo acrescentar - que já só havia dois saquinhos. O meu primeiro pensamento foi 'Oh meu deus, as castanhas estão a acabar!'. O que, continuando a conversa das épocas, faz sentido. O segundo pensamento foi 'Oh meu deus, se já só há dois sacos é porque não repuseram castanhas e se não repuseram castanhas é muito provável que já não vendam mais porque as castanhas são coisa de outono!'. Num gesto de desespero agarrei nos dois saquinhos que restavam e meti-os no carrinho. Continuei as compras tentando manter a dignidade.

Portanto se ainda ando a comer castanhas devia-me calar com a conversa do que é de época e não sei quê.

Continuando a história da salada de fruta. Trouxe os morangos e a seguir deparei-me com um saquinho pequenino de blueberries, ou mirtilhos. Decidi trazer também. Um dos lados positivos de viver noutro país deve ser experimentar tudo (ou quase tudo, vá) do que há de diferente. Sei que mirtilhos é algo que existe nos supermercados portugueses. Mas não é uma fruta normal, ao passo que aqui há iogurte de blueberry, sumo de blueberry, água de blueberry, etc. Morangos com blueberry, uma salada de fruta original :)



 

Os blueberries não são muito bons... Valeu pela experiência. E ficou com um aspecto tão 'frutos do bosque' :D. Para a próxima serão raspberries (framboesas).



S.

domingo, 26 de dezembro de 2010

1º Natal como dona de casa

Hoje é o dia de ressaca das festividades. Ressaca que nada tem que ver com álcool mas sim com o fim de dois dias de festa antecipados. Todas as festas têm o seu momento de ressaca, que normalmente envolvem limpar e arrumar todos os vestígios da mesma. De maneiras que fazer um feriado no dia a seguir ao Natal é inteligente.

O Boxing Day é também ao que parece um dia de saldos e compras em grande. Faz sentido: as lojas querem aproveitar para se livrarem do que não venderam para o Natal. Nunca vi tanta gente na High Street. É assustador. Nem nos dias anteriores ao Natal, que infelizmente tive de sair e misturar-me na confusão (prendas e compras de última hora...), havia tanta gente na rua.

Anyway, e como prometido, vou postar as fotos das iguarias que fiz para esta época festiva. Não foram muitas nem tantas como tinha pensado, mas contando que erámos só dois a desfrutá-las, ainda bem :).

 A primeira coisa que fiz foi a gelatina com leite condensado, uma sobremesa muito fácil de fazer e muito boa. Como tinha em casa carradas de caixas de gelatina, foi uma boa ideia para me livrar delas ao mesmo tempo que fazia uma sobremesa que apesar de não ser especialmente natalícia é sempre bem-vinda.



Os pacotes de gelatina eram muitos mas não eram variados, como dá para ver. Só tutti-frutti e ananás, o que fez uma sobremesa normalmente colorida apenas verde, lol. Não usei leite condensado mas sim leite evaporado (don't ask...). Claro que tive de pôr açucar, uma vez que o leite evaporado sabe a leite só, ao contrário do condensado. Ficou boa mesmo assim :).

Enquanto a gelatina ía ao frigorífico para solidificar fui fazendo o tão esperado eggnog, de longe a iguaria mais antecipada por mim este Natal. Leva uma quantidade enorme de ingredientes, estranho numa bebida, já que enquanto misturava as gemas e o leite mais as natas me ía interrogando 'Mas isto bebe-se?...'. O resultado foi uma bebida extremamente doce, parecido com pudim uma vez que leva baunilha, mas desenjoativa graças à canela e à noz moscada. Leva álcool, supostamente rum, mas preferi comprar um licor parecido com Baileys, porque me pareceu mais cremoso. Um erro talvez, porque a bebida em si já é bastante cremosa, não precisava de um lícor adicional. Muito bom mesmo assim.




Depois foram as rabanadas. Ora, estas deram-me um bocado de dor de cabeça. Não correram como eu queria. A explicação está no pão de forma cortado às fatias fininhas que comprei. Nada adequado a molhar no leite e no ovo; uma vez ensopadas as fatias partiam-se antes de chegar à frigideira. Outra razão para o fracasso é a minha inabilidade em lidar com frigideiras e óleo. É coisa que detesto mesmo. Tenho pânico que o óleo espirre para fora se estiver demasiado quente, o que resulta em nunca encontrar a temperatura ideal para fritar coisas. Tal ficou comprovado com as fatias douradas: algumas ficaram pouco douradas, outras demasiado escuras :/. Devia tê-las deixado mais tempo no papel absorvente também, estavam demasiado oleosas. Mas comi algumas, o que prova ou a minha grande fome na altura ou o meu grande sacrifício para não estragar comida :D.


Os crackers também não faltaram! Uma tradição um bocado estranha mas divertida. É suposto puxar uma pessoa de cada lado do cracker, aquilo depois dá um estalo e sai de lá uma prenda. Os nossos trouxeram cada um uma coroa de papel, mais um mini escorpião e um mini dinossauro de borracha. E um papel com uma mini piada/trocadilho. Tudo mini, claro está, os crackers são esses pacotes pequenos ao pé da fruta, não caberiam grandes presentes lá dentro!

A refeição da ceia de Natal teve de ser bacalhau claro está. Emigrante que é emigrante faz bacalhau no Natal, para lembrar as origens. Ora, o que se passa com os ingleses é que desconhecem completamente que o bacalhau como deve ser é salgado e seco. Ou seja, há muito bacalhau nos supermercados mas é fresco, como qualquer outro peixe (e sabe a qualquer outro peixe!). O que eu fiz foi descongelá-lo um dia antes e espalhar montes de sal em cima para que quando o cozinhasse ficasse parecido com o verdadeiro bacalhau. Resultou :). Cozi o bacalhau, as batatas e as couves (que surpreendentemente apareceram no Asda há uma semana, mesmo a tempo do Natal :) ), e de seguida levei ao forno, regado com azeite e com pão ralado por cima. Magnifique! Simples mas diferente e mais elaborado (e delicioso) que o tradicional prato de bacalhau e batatas cozidas.




No dia seguinte fiz o tradicional perú para o almoço. Claro que não comprei um perú enorme dos que cá há (somos só 2....) e para minha grande frustração também não encontrei perna de perú. Decidi-me por um pedaço do peito, já preparado para ir ao forno que me pareceu suficiente para os dois e suculento. Não me enganei. Apesar dos avisos maternos que o peito é sempre mais rijo que a perna, este pedaço de carne saiu extraordinariamente suculento e nada seco. Infelizmente só quando a barriga estava a digerir o dito cujo é que me lembrei que tinha faltado a foto ao bicho :(. Pele tostadinha e carne macia regada com um molho de margarina, limão e alho, fica a imagem mental :).

E pronto, assim me entreti nestes dois dias festivos. Um esforço para não esquecer a tradição, porque é destas pequenas coisas que a vida e a felicidade se constrói, e porque não pude estar com o resto da família o que, claro, foi estranho e traduziu-se num Natal mais sossegado e silencioso. Mas o Skype faz maravilhas e pudemos matar saudades enquanto saltávamos de casa em casa e falávamos com as respectivas famílias. Tradição, amor e calor humano não faltaram mesmo assim, nem o entusiasmo na abertura das prendas, e por tudo isto, orgulho-me muito :).


S.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Comida, enfeites e cartões do cidadão

Este ano decidi empenhar-me a fundo na preparação do nosso Natal. Vai ser a primeira vez que o vou passar fora de casa e longe da família, mas por outro lado, vai ser a primeira vez que o vou passar com o D. (pelo menos a véspera). E pela primeira vez tenho uma cozinha minha para preparar comidas e doces natalícios e uma casa para enfeitar :).

Este Natal e todas as coisas que o envolvem têm estado na minha cabeça desde pelo menos o início de Dezembro. Se bem que tenho a confessar que o espírito natalício só o apanhei verdadeiramente na 6a feira, quando fomos ao consulado português. A experiência em si não foi agradável... Algo que eu já suspeitava que iria acontecer. Ora, isto pode ser por uma de duas razões: primeira vez desde que aqui estou que entro em contacto com um bocado de 'Portugal' e todo o seu aparelho burocrático que deixa muito a desejar, ou por ter tido que conviver com burocracia no geral. Sim, perder um cartão de cidadão no estrangeiro, documento fundamental de movimento para fora (e para dentro) do país, não é uma experiência agradável. Ora, perdendo-o e voltando a encontrá-lo, só porque Londres tem um sistema de perdidos e achados nos transportes tão eficiente e a pessoa que encontrou a carteira onde estava o dito documento foi tão honesta ao ponto de entregá-la com dinheiro lá dentro (SIM, devolveram-me a carteira com dinheiro...), mas não podendo utilizá-lo porque entretanto foi cancelado, é frustrante.

Enfim. Lá fomos nós fazer o cartão do cidadão ao consulado português. Não sem antes termos de voltar à rua procurar um sítio para tirar fotos passe e comprar um envelope e selo para meter a minha morada (??) para me poder inscrever no consulado também. Burocracias. Adiante.

Como o D. não teve de trabalhar o resto do dia, resolvemos passear um bocado pela Oxford Street, já que é uma das zonas mais bonitas (e finas) da cidade. Lojas e lojas a tocar música natalícia, com enfeites a condizer, pessoas na rua, eu e o marido mais um hot chocolate a aquecer as mãos, foi uma manhã muito bem passada. Qual não foi a minha alegria quando saímos de uma loja e começa a nevar profusamente! Foi o culminar de uma manhã muito natalícia! Difícil teria sido eu não entrar no espírito.

 

De maneiras que tenho andado esta semana atarantada com os preparativos que incluíram mais enfeites para tornar a casa mais natalícia, compras para o jantar e almoço de Natal, comida com fartura para a próxima semana em que vou receber os primos, envio de postais natalícios para Portugal, e claro, uma prenda para o marido.




Ontem, para entrar no espírito, resolvi cozinhar algo mais elaborado. Empadão. Ou, como se diz cá, Sheperd's Pie, a tarte do pastor. Acho que foi a refeição mais elaborada que já fiz, o que, tenho a noção, não é dizer muito. Mas ficou com bom aspecto:



Já o sabor, er... Comia-se, mas não ficou aquela coisa. Estava demasiado doce, o que uma pitada a mais de sal resolveria e também pedacinhos de chouriço, que faz parte mas não meti. Para primeira tentativa não esteve mal. :)

Mas é para amanhã que estou mais ansiosa. Resolvi fazer um mix de tradições portuguesas e britânicas; não posso desperdiçar o facto de passar o Natal em Londres e não fazer nenhuma iguaria britânica. Eggnog é um must. Fui ao Starbucks ontem para provar o seu famoso Eggnog Latte, estava esgotado. ESGOTADO. Não era naquele dia, nem naquela loja, É para o resto da época natalícia e em todas as lojas Starbucks. Como é possível terem deixado isso acontecer? 'Ah, mas quer experimentar aqui este Latte-não-sei-quê de canela que temos...?' É claro que não quero o Latte-não-sei-quê, quero o Eggnog, porque é Natal e no Natal bebe-se Eggnog, senhor empregado do Starbucks! Fui-me embora com mais £3 na carteira mas sem ter provado ainda Eggnog. Está no topo da minha lista de receitas para amanhã. Rabanadas, bacalhau com couves, Yorkshire Pudding, gelatina com leite condensado (random, I know) e perú estão também na lista. Mince pies eram para estar, mas pareceu-me demasiado nojento para valer a pena... O que parecem pastéis de nata com recheio de uvas esmagadas mais licor pareceu-me suspeito. Ah, e crackers, claro está. Uma lista de fotos e comentários de como tudo saiu será provavelmente o próximo post no blog. :) Até lá, tenham uma boa ceia de Natal com os vossos, muita alegria e conforto, e uma ou outra prenda.



S.